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Lava Jato: PF mira os fornecedores do governo de Wilson Witzel



JUSTIÇA

Lava Jato: PF mira os fornecedores do governo de Wilson Witzel

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (14) mais uma fase da operação Lava-Jato no Rio de Janeiro.

O nome da ação de hoje é Operação Favorito e envolve o empresário Mário Peixoto, que foi preso pela manhã em Angra dos Reis.

Ele é dono de empresas que celebraram contratos com as gestões de Sérgio Cabral e Wilson Witzel, respectivamente ex-governador e atual governador do Rio de Janeiro.

Peixoto foi delatado por Jonas Lopes Neto, filho do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Jonas Lopes, que afirmou que o empresário pagou uma mesada de R$ 200 mil para o TCE entre 2012 e 2013.​

A empresa da família de Peixoto fornece serviço de limpeza para diferentes secretarias no governo do Rio e também teria fornecido maqueiros e ascensoristas ao hospital Federal de Bonsucesso, unidade federal na zona norte do Rio.​

Nessa etapa da operação Lava-Jato, também é alvo o ex-deputado estadual Paulo Melo (PMDB), que já tinha sido preso em etapa anterior da força-tarefa da Lava-Jato no Estado.

A ação envolve cinco mandados de prisão e 25 de busca e apreensão contra organização criminosa que praticou o crime de peculato, ao desviar R$ 3,95 milhões em recursos públicos da área de saúde.​

Segundo informações do MPRJ, os recursos desviados foram repassados a uma organização social (OS) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio (SES-RJ), para a administração de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O desvio dos recursos se deu através de pagamentos superfaturados, detalhou o MPRJ.​

Informação TERÇA LIVRE.

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