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Justiça determina prisão de 9 Lideres de Movimentos ligados do PT, por extorsão e organização criminosa.



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Justiça determina prisão de 9 Lideres de Movimentos ligados do PT, por extorsão e organização criminosa.

Se lembra do Edifico invadido que desabou no centro de São Paulo?

Então, a Justiça de São Paulo decretou a prisão de nove lideres e recebeu denuncia contra outros 20 de movimentos que “lutam por moradia” na capital paulista.

Em razão dos crimes de extorsão e organização criminosa, praticado pelos movimentos:

  • Movimento de Luta Social por Moradia,
  • Movimento de Moradia para Todos,
  • Frente de Luta por Moradia,
  • Movimento Moradia Centro
  • Ee Região e Terra de Nossa Gente.

Todos são puxadinhos do Partido dos trabalhadores.

A Juíza Erika Mascarenhas, da 6.ª Vara Criminal, vê vê ‘ganância desvairada’ e destaca que grupo obrigava quem precisava de moradia a participar de manifestações do PT.

Em sua decisão, Erika abriu quatro inquéritos, e mais medidas cautelares para alguns investigados.

A Juíza também ordenou a prisão preventiva de nove integrantes dos grupos populares

Veja a lista dos presos:

  • Ananias Ferreira dos Santos,
  • Andreya Tamara Santos de Oliveira,
  • Josiane Cristina Barranco,
  • Hamilton Coelho Resende,
  • Carmen da Silva Ferreira;
  • Adriana Xavier;
  • Liliane Santos;
  • Maria Aparecida Ferreira;
  • e Manoel Filho.

Segundo a juíza, além de apoiarem candidatos do PT e participar de manifestações.

Os candidatos a moradia, tinham que mudar o domicilio do título eleitoral para zona localizada na região central da cidade, para votar no PT.

E eram forçados a fazer os serviços de manutenção dos prédios invadidos, fazer ocupação forçada de outros edifícios eventualmente desocupados para garantir a expansão das atividades criminosas do grupo.

Quatro outros líderes estão detidos desde junho são eles:

  • Janice Ferreira Silva e Sidney Ferreira, do MSTC (Movimento Sem Teto do Centro),
  • E Edinalva Franco Pereira e Angélica dos Santos Lima, do Movimento de Moradia Para Todos (MMPT).

Na ocasião, a defesa do movimento MSTC considerou as prisões como ‘uma tentativa de criminalização dos movimentos sociais de moradia através da perseguição judicial de seus líderes’.

A denúncia abarca ainda Adriana Aparecida Ferreira, Elisete Pereira da Costa, Wagner Lopes Sad, Juvenal da Conceição Pereira, Welita Alves Ribeiro, Jomarina Abreu Pires da Fonseca e Tanio Leonardo Abreu de Moura.

A investigação teve início a partir de informações que chegaram à polícia depois do incêndio que destruiu o edifício Wilton Paes de Almeida, à Rua Antonio de Godoy, no Paissandu, Centro, antiga sede da Polícia Federal, na madrugada de 1.º de maio de 2018.

Com informações do Estadão.

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