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A divisão da propina na construção da torre da Petrobrás envolvendo o PT



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A divisão da propina na construção da torre da Petrobrás envolvendo o PT

Em sua delação fechada com a Lava Jato do Paraná, o empresário Alexandre Suarez detalhou a divisão da propina na construção da Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador.

Para que a Mendes Pinto Engenharia vencesse a licitação da obra, segundo Suarez, foi cobrado o valor aproximado de 9,6 milhões de reais em propinas, que seriam assim distribuídas:

1/3 para o comitê nacional do PT, via João Vaccari;

1/3 para o PT Bahia, via Cartas Daltro, operador financeiro de Jaques Wagner;

E 1/3 para os operadores da Petros e da Petrobras, via Armando Tripodi, Wagner Pinheiro e seu assessor, Adeitson Telas, e Newton Carneiro, então diretor administrativo da Petros.

A divisão da propina na construção da torre da Petrobrás envolvendo o PT

O bunker da Propina de Salvador

Na delação em que detalhou a divisão da propina na construção da Torre Pituba, sede da Petrobras em Salvador, o empresário Alexandre Suarez revelou um apartamento que funcionava como bunker da propina distribuída no esquema.

As chaves do imóvel, localizado no edifício Torre de Osaka, no bairro de Brotas, na região central de Salvador, ficavam com Rodrigo Barreto, funcionário da Mendes Pinto Engenharia na capital baiana.

No apartamento, segundo o delator, havia um cofre, onde Barreto guardava os valores para serem entregues, de acordo com a necessidade, para o repasse a dirigentes da Petros, da Petrobras e do PT.

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Informação O antagonista.

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