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A Controladoria Geral da União (CGU) encontrou sinais de superfaturamento em contratos firmados em 2019 pela Secretaria Especial de Saúde Indígena, vinculada ao Ministério da Saúde, gerido na época por Luiz Henrique Mandetta. Ao todo, o órgão teria detectado um sobrepreço estimado em 69%.

A situação detectada pela CGU aponta que compras da pasta foram feitas sem estudos técnicos e com algum tipo direcionamento de licitação. Em apenas quatro editais, que somam 25 milhões de reais, o órgão encontrou superfaturamento de R$ 16,7 milhões.

– As situações apontadas podem caracterizar direcionamentos e favorecimentos a algum participante, acarretando prejuízo à lisura do procedimento licitatório – diz a CGU.

A análise da Controladoria foi divulgada nesta sexta-feira (11) pela coluna Radar, da revista Veja. Na publicação, o colunista Robson Bonin diz que a CGU apontou que “os resultados da avaliação sobre o processo de aquisição pública indicaram que todas as Unidades Gestoras verificadas apresentaram deficiências no processo de planejamento e gestão contratual”.

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